Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘musa’

não saia hoje!

se guarde para amanhã que a noite vai ser muittoooo forte.

mais uma edição da festa musa. agora no sotão. melhor ainda.

MUSA_3

Read Full Post »

pra quem ama a diane kruger, assim como a gente, vale a pena dar uma conferida no esditorial ultra moderno e sofisticado da Interview Magazine. Ela, musa, diva, só de preto, supermoderna e linda, fala sobre aparência, perfeição e seu último trabalho, o “Inglorious Bastards” (”Sacanas Sem Lei“), de Quentin Tarantino.

As fotos do editorial ficaram por conta de Mert Alas & Marcus Piggott.

imagem2imagem3imagem5imagem4imagem

Read Full Post »

até o chão 2

amanhã tem a segunda edição da festa musa, no laika.

a primeira tava demais! com direito a muito rock, drinks e makes neon na luz negra.

 

GetAttachment 

fica a dica. a gente vai estar lá arrasando na pixta!

Read Full Post »

Ontem foi, aqui em Porto Alegre, o show do Little Joy.

Foi o segundo show da banda que eu assisti, mas para mim esse teve um algo a mais: Binki. E olha que é difícil se destacar no palco com tantos caras musos. Meu deus! Aquela banda só tem homem bonito e talentoso.

Mas esse post é pra falar dela, a menina do little.

Binki Shapiro, 23 anos (praticamente uma bebê), vocal, teclado e percussão da banda, manda muito bem no palco, além de ser uma musa. Beleza “cuidadosamente descuidada”, cabelo desarrumado, cara lavada e vestidinho hippie sem sutien.

BINKIAH

Binki1

Binki+Shapiro+binki

l_6985a45e45294787850b798631e1a2e2

littlejoy_mac_um

u8HY7Yzq6p8tnjir3XZkZCzgo1_500

3071064623_b208edfe7f

Achei no site da TPM uma entrevista com ela que achei muito massa! Vou colocar aqui as partes que achei mais bacana. Pra quem curte a menina, vale a pena a leitura.

Como vocês três se conheceram?

Eu conheci o Fab através de um amigo em comum, quando ele se mudou para Los Angeles. Lá, há um círculo muito fechado de pessoas, parece que todo mundo conhece todo mundo. Nos gostamos instantaneamente e nos meses seguintes saímos todas as noites, “abalando a cidade”. Nunca me diverti tanto na vida. Logo depois conheci o Rodrigo, através do Fab. Daí nós formamos um círculo, meio que um bando.

O que você fazia antes do Little Joy?

Até então eu trabalhava sozinha, com minha guitarra e meu computador. Fazia um bico aqui, outro ali, para ganhar dinheiro suficiente para viajar e fazer as coisas que queria. Eu fazia o que precisava para sobreviver sem precisar trabalhar “de verdade”. Não fui uma criança que cresceu querendo ser artista – eu amo música, mas não cresci querendo fazer isso –, e foi ótimo descobrir meu propósito.

Então você nunca sonhou ser uma rock star?

Na verdade nunca tive planos de ser artista. Sei que soa louco e que é o tipo de coisa que as pessoas dizem, mas é verdade… Quando comecei a tocar, descobri que era isso que eu realmente gostava. Foi a primeira coisa que fiz sozinha que gostei. Eu adoro viajar. Sou inquieta e não gosto de ficar num mesmo lugar… Saí da escola aos 15 anos. Tinha um amigo que era ator e que tinha uma esposa e uma filha de 8 meses. Eles viajavam para a Itália e para outros lugares para filmar e eu os acompanhava como babá. Eu fui viajando junto e visitando todos esses lugares… Visitávamos museus, íamos à praia e fazíamos muitas coisas divertidas. Quando surgiu a oportunidade de viajar, minha mãe pensou: “Ela pode ir para a Itália e para Paris, viajar sozinha nessa idade… ou ela pode ficar na escola”. Eu acho que ela viu o quão empolgada eu estava para fazer aquilo e acabou deixando – ela me libertou.

E quais são seus lugares preferidos?

Eu amo a Costa Amalfitana, na Itália, e Paris. Ainda não passei tempo suficiente no Brasil, mas sinto que tem algum lugar escondido aqui que poderia rapidamente tornar-se um dos meus lugares preferidos no mundo.

Qual foi seu show preferido no Brasil?

Meu show preferido da turnê foi o de Porto Alegre, nosso primeiro no Brasil. Foi nossa primeira vez tocando aqui. Estava quente, nós suávamos e estávamos nervosos. Não esperávamos que as pessoas fossem reagir do jeito que reagiram. Foi a primeira vez que isso aconteceu. Nós realmente “sentimos” o impacto de estar aqui. Foi incrível. O Rodrigo estava tão emocionado que chegou a lacrimejar no palco. Ele vai me matar por dizer isso.

Como é ser a única mulher na banda? Você tem algum privilégio?

Eu nunca pensei sobre isso. Como nós começamos como amigos, nunca achei que tivesse que lutar por espaço. Eu não tenho nenhum privilégio. Até tentei, no começo: “Vocês podem carregar o equipamento e montar tudo”, mas eles me cortaram rapidinho. Nós carregamos e guardamos tudo. É como um time. A única folga que tive foi quando estávamos no Reino Unido e o ônibus da turnê tinha uma cama a mais. Pedi, encarecidamente, se poderia usar a beliche extra para deixar a minha mala – eles deixaram. Mas, na verdade, nunca me senti como a única menina. Alguns dos meninos são bem mais sensíveis do que eu! Eles são muito doces e gentis, não é como se estivesse com um monte de maloqueiro.

Mas não tem nada que te irrite ou vice-versa?

Meu cabelo fica meio selvagem às vezes – especialmente no calor. Aí eu preciso domá-lo, seja com um secador, seja com um ferro – e isso leva um tempo. Isso os irrita um pouco sim. Mas é a única frescurinha que eu tenho. Eu sinto que me tornei mais moleca andando com eles.

O que você gosta de fazer quando não está tocando?

Eu comecei a desenhar recentemente – mas não sou muito boa. Mas o Fabrizio é um artista incrível! Muitas pessoas não sabem desse seu lado e ele odeia que eu fale, mas ele já teve seus desenhos publicados pelo The New York Times! Ele meio que me inspirou a começar a desenhar… Eu aproveito o talento dele para aprender.

Read Full Post »